Aproveite o potencial dos mercados emergentes com PayFuture

Os mercados emergentes do mundo representam aproximadamente 85% da população mundial, oferecem suas taxas de crescimento econômico mais atraentes e são caracterizados por uma classe média crescente com poder de compra real. Por que as empresas em mercados mais desenvolvidos não têm como alvo os clientes desses países?

A resposta, dizem os fundadores da fintech britânica PagarFuturo, não é que as empresas ocidentais não queiram vender em mercados emergentes, mas que muitas vezes é impossível para elas fazê-lo. A demanda por seus produtos e serviços está lá – e crescendo rapidamente –, mas os aspectos práticos de atender a essa demanda e, em particular, de ser pago, dificultam a oportunidade.

O surgimento do varejo online resolveu o problema de como alcançar novos mercados nos últimos anos, aponta o cofundador e CEO da PayFuture, Manpreet Haer. Mas, na verdade, fechar a venda e receber o pagamento é outra questão. “Se você quer entrar nesses mercados, precisa oferecer tipos de pagamento locais e isso é algo que muitas empresas simplesmente não estão preparadas para fazer”, adverte.

A capacidade do PayFuture de resolver esse problema o fez crescer notavelmente rapidamente desde seu lançamento em 2019 – apesar de não ter financiamento de investidores externos, com os próprios fundadores da fintech iniciando o desenvolvimento.

A empresa agora oferece serviços de pagamento em mais de 40 países e está a caminho de apoiar US$ 2 bilhões em transações este ano. Está no preto desde sua estreia, arrecadando US$ 4,3 milhões em 2020, seu primeiro ano completo de negócios, atingindo US$ 11,1 milhões no ano passado.

O crescimento parece continuar nessa trajetória. Para 2022, a PayFuture agora espera que os lucros pelo menos dobrem e vem recrutando em ritmo acelerado para apoiar sua expansão. A força de trabalho da empresa cresceu de 14 pessoas em 2021 para mais de 70 hoje.

O ponto de venda exclusivo da empresa é sua capacidade de conectar comerciantes em mercados desenvolvidos a várias soluções de pagamento locais nos mercados emergentes que atendem atualmente. Oferece acesso a mais de 30 desses mercados em todo o mundo.

“Trata-se de resolver um problema que não foi resolvido antes”, acrescenta Haer. “Queremos ser a ponte entre os comerciantes e esses mercados emergentes para ajudá-los a obter acesso valioso a territórios em crescimento, mas de maneira segura e protegida”.

PayFuture agora tem clientes no Reino Unido, Europa continental e América do Norte, diz Haer, embora também trabalhe com empresas que vendem de um mercado emergente para outro. Setores de serviços digitais, como tecnologia educacional, viagens e jogos online, são um alvo específico; a empresa também teve discussões com varejistas on-line, embora essas empresas tenham se mostrado mais lentas em abraçar os mercados emergentes devido à complexidade da logística e do atendimento.

Além de garantir o livre fluxo de pagamentos, a PayFuture também oferece serviços para ajudar os clientes a se instalarem em mercados emergentes pela primeira vez – ajudando-os a superar a burocracia e burocracia, como a necessidade de criar entidades locais, por exemplo. Também pode oferecer suporte a pagamentos a mercados emergentes, quando necessário.

A empresa começou focando na Índia, há muito vista como um motor do crescimento econômico global – e os economistas agora esperam que ela se torne a terceira maior economia do mundo até 2030. Mas a chave tem sido ser liderada por onde os clientes querem fazer negócios. , acrescenta Haer. “Em última análise, é o que os traders nos dizem que determina onde crescemos”, diz ele. “Eles nos dizem onde querem fazer negócios e nosso objetivo é ajudá-los a chegar lá.”

Ao fazer isso, a fintech é uma espécie de farol, fornecendo evidências iniciais de mercados emergentes onde as empresas internacionais veem mais oportunidades. Haer aponta o Sudeste Asiático como uma região de demanda particular, especialmente Paquistão e Bangladesh. A África Oriental também atrai muitos comerciantes, diz ele, com o Quênia e a Tanzânia em particular.

A empresa acredita que ainda há muito a crescer e continuará a comercializar a facilidade de conexões que oferece aos métodos de pagamento populares em cada região. Seu modelo de negócios depende de uma pequena comissão sobre as transações que passam por essas conexões.

“À medida que o uso da Internet cresce nessas regiões, a oportunidade para os comerciantes de comércio eletrônico entrarem nesses novos mercados e encontrar mercados em crescimento anteriormente inexplorados também aumenta”, diz Haer.

Leave a Reply

Your email address will not be published.